Nome Popular: Papiro do Egito ou apenas Papiro.
Características: É uma planta famosa desde 40 séculos antes da era cristã. Magnificamente adaptada às margens do Nilo, onde acompanhava em grande quantidade o curso do rio, tem uma longa haste, sem nós nem folhas, de secção triangular e da grossura de cerca de seis centímetros, a qual termina por uma graciosa umbela em forma de penacho formado por um tufo de pequenos ramos filamentosos verdes, um pouco semelhante às folhas de cana-de-açúcar. O que aparece acima da terra é, em síntese, uma planta em forma de junco com, aproximadamente, três metros de altura. Mas suas raízes também são longas, medindo às vezes seis ou sete metros, e com grossura igual à do caule. A fama do papiro é mais do que merecida, pois foi ele que forneceu à humanidade um dos principais instrumentos do progresso: o papel.
Porte: Atinge cerca de 3 m de altura.
Ciclo de vida: Perene.
Necessidades básicas:
Iluminação: Pleno Sol. Sensível a baixa temperatura.
Rega: Deve ser mantido em solo sempre úmido, de preferência deve ser cultivado perto de lagos, rios, espelhos d’água e tanques, ou lugares próximos à água.
Substrato: Pode ser cultivado em solo composto de terra de jardim e terra vegetal.
Adubação: Pede ser utilizado NPK rico em N (nitrogênio) anualmente.
Cuidados:
Poda: Pode ser podado quando necessário para inibir seu crescimento.
Método de propagação ou replante: É reproduzida principalmente por divisão de touceira, preservando a estrutura completa da planta, com rizoma, raízes e hastes.
Dados extras:
Papiro Brasileiro (Cyperus Giganteus) – O papiro brasileiro é uma planta palustre. Aceita tanto ser plantada na terra fértil e úmida, na beira de lagos naturais e também em vasos dentro da água.
Na terra, mesmo que não seja encharcada vai muito bem. Precisa, no entanto, que receba regas nos períodos sem chuva; fica vigoroso e cresce bastante. À beira de lagos naturais, cresce bastante (até demais), tornando-se invasor e por vezes tomando conta do solo ao redor e até dentro do lago. Em vasos com terra fértil, cresce um pouco menos e precisa de replantio a cada ano ou a cada dois anos, além de podas dos brotos que tentam crescer fora do vaso.