“As empresas que conseguirem ter responsabilidades socioambientais se mantendo lucrativas, competitivas e atrativas, deixarão um legado de comprometimento e desenvolvimento para as próximas gerações”. Jorge Possato Teixeira – CEO
Em uma única foto, diversos exemplos de ecosustentabilidade adotados pela Cooperativa Veiling: Jorge Possato Teixeira, CEO da CVH, segura uma embalagem retornável, criada exclusivamente para o transporte e acondicionamento de flores de corte, atrás dele, a máquina de 15 m de comprimento que consegue
Poder produzir mais e melhor, evitando desperdícios, e, ao mesmo tempo, atendendo suas próprias necessidades, reduzindo o consumo de recursos naturais e, principalmente, respeitando a capacidade de sustentação do planeta, parecem atitudes que fazem parte de uma sociedade imaginária, perfeita, quase utópica. Alguns diriam, até, que isso seria muito difícil ou impossível de se concretizar. No entanto, isso já é possível.
Algumas empresas estão conseguindo colocar em prática estes conceitos, e indo além, tendo responsabilidades socioambientais perante a comunidade em que estão inseridas e influenciando os setores onde atuam, e o melhor, se mantendo lucrativas.
Até bem pouco tempo, a ideia em se investir em ecoeficiência parecia ser vista por alguns empresários como um gerador de gastos adicionais, onde o único benefício era com relação à imagem da empresa, ou mesmo uma forma de não serem penalizadas. Felizmente, a prática de implementação de recursos sustentáveis provou ser essencial para a lucratividade, diminuindo custos, evitando riscos ambientais ou à saúde de seus funcionários e clientes, além de contribuir efetivamente para a redução da poluição e na preservação de recursos naturais.
Além de inúme
